Sumiço de garçom é um mistério em Picada Café

Picada Café/Nova Petrópolis – Nesta quinta-feira, dia 12, completa 10 dias do desaparecimento misterioso do garçom Alexandro Rogério Grott, mais conhecido como Cunha, 32 anos. Morador de Joaneta, em Picada Café, amigos, colegas de trabalho e familiares não têm informações do paradeiro dele desde domingo, dia 2 de julho. Um dos últimos contatos que ele teve foi com a filha de 9 anos, através de mensagens de WhatsApp. A ex-companheira de Cunha, Arlete Silva, 41 anos, registrou o desaparecimento na Delegacia de Polícia de Nova Petrópolis uma semana depois, na segunda-feira, dia 9. “Estranhei a ausência dele, pois quase que diariamente ele conversava com nossa filha ou vinha ver ela. Mandei mensagens e ele não recebeu. Tentei ligar diversas vezes e as ligações não completaram. Comecei a ficar nervosa. A nossa filha também passou a sentir a ausência dele e questionar onde estava o pai. Resolvi ligar para as irmãs dele, que moram em Tramandaí e Montenegro, e, então, procuramos a polícia. Ele não procurou a filha, não apareceu para trabalhar e a casa dele está toda fechada. Não sabemos mais o que pensar, só estamos rezando e acreditando que a polícia possa descobrir alguma coisa”, disse ela.

INVESTIGAÇÃO – O delegado de Nova Petrópolis, que responde por Picada Café, Camilo Pereira Cardoso, não divulga detalhes sobre a linha de investigação para não atrapalhar o andamento do trabalho. “Registramos o desaparecimento e, na sequência, instauramos um inquérito para apurar o caso. Não descartamos nenhuma possibilidade”, disse ele.

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